Safety case · estado real, sem arredondar

O que está
provado. E o que não está.

Trabalhamos com IEC 61508 e ISO 26262 como roteiro. Esta página existe para você não precisar perguntar o que já foi feito — e para não descobrir depois o que ainda não foi.

Fechado.

Fase 1 do caminho de certificação concluída, com gate automático no CI a cada push. Nada aqui depende de alguém lembrar de rodar.

RASTREABILIDADE

Claim → código → teste.

Matriz versionada, conferida pelo CI: arquivo citado existe, teste definido é chamado, elo quebrado reprova o build.

ANÁLISE ESTÁTICA

TCB limpo.

clang-tidy (bugprone/analyzer/cert) sobre loader, capabilities, MMU, hypervisor, scheduler, IPC e SMMU. Sujou, reprova.

FUZZING

Entrada não-confiável.

5M execuções por push no validador de .japp e nos validadores de ponteiro EL0, sob AddressSanitizer. Zero leituras fora dos limites.

Cobertura
estrutural.

MC/DC é o critério que a norma cobra nos níveis altos. Onde já está em 100%, é o mesmo código do alvo compilado em host — fonte única, sem cópia.

Validadores de entrada

100% MC/DC e branches nos parsers de .japp, filesystem, CAN e na fronteira cognitivo→crítico.

Decisões do scheduler

100% MC/DC nas funções de escalonamento, com objeto de alvo provado idêntico por hash.

Mediação por capability

100% de linhas, branches e MC/DC — é onde a alegação de isolamento se apoia.

IPC e protocolo de prioridade

100% de linhas e MC/DC, com herança e teto exercitados ligados e desligados.

MMU

100% de linhas, branches e MC/DC no mmu.cpp — sem nenhum desvio justificado, o único arquivo do Tier A nessa condição. Gate de CI desde 09/08/2026. É onde a alegação de isolamento espacial se apoia.

O que ainda
falta.

Nenhum destes está pronto, e nenhum é escondido do cliente. Três dependem de terceiro ou de dinheiro; um depende do alvo do piloto.

F3-3

Pré-assessment.

Avaliação de lacunas com uma certificadora independente. Até lá, o safety case é autodeclarado.

F3-1 · F3-2

Ferramenta comercial.

MISRA completo e ferramenta qualificada de WCET (aiT/RVS), que converteria máximo medido em limite provado.

F3-4

Silício do piloto.

Toda a campanha vale para o BCM2711. No alvo certificável ela é refeita do zero — WCET é por-alvo.

O Jidō OS é um protótipo funcional validado em silício, não um produto certificado. Não temos certificado CC, IEC 61508 nem ISO 26262, e não afirmamos ter. O domínio crítico é validado na Raspberry Pi 4; o hypervisor EL2 e o guest Linux são validados em QEMU.

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