Raspberry Pi 4
Qualquer configuração de memória. O port é validado no BCM2711, Cortex-A72.
jidōO Jidō OS roda de ponta a ponta no silício — incluindo o laço crítico com safe-stop. A imagem para cartão SD é gerada a cada release, para testar sem compilar nem montar toolchain.
Três itens. O terceiro é o que costuma faltar: sem console serial você não vê o boot, porque o Jidō OS fala pela UART, não por HDMI.
Qualquer configuração de memória. O port é validado no BCM2711, Cortex-A72.
Gravado com Raspberry Pi Imager ou dd. A imagem é FAT32 com kernel, firmware e config.txt prontos.
Ligado no GPIO14/15. Console em ~103448 baud — taxa entregue pelo firmware, não é engano.
Do download ao shell interativo. Instruções completas e checksum ficam no repositório.
Pacote .img.gz da release v1.3.0, no repositório público.
Raspberry Pi Imager (opção “usar imagem personalizada”) ou dd. Confira o checksum antes.
USB-TTL no GPIO14 (TX), GPIO15 (RX) e GND. Abra o terminal a ~103448 baud, 8N1.
O boot aparece no console e o shell jido> responde. Digite help.
A imagem entrega Tier 0 e Tier 1 no silício: boot EL2→EL1, MMU, GICv2, shell, laço crítico em EL0 com safe-stop, 4 cores e armazenamento persistente em SD.
Os números valem para o BCM2711. Em qualquer outro silício voltam a “pendente” — WCET é por-alvo, e dizer o contrário seria desonesto.