Enxergar o ambiente.
LiDAR para detectar obstáculos e representar o espaço. Câmeras com modelos de visão para reconhecer sinalização brasileira.
jidō.coreO stack de software que conecta sensores, inteligência e movimento. Da leitura do ambiente à navegação do veículo, cada decisão passa por supervisão de segurança.

Um veículo autônomo precisa de mais do que uma IA que reconhece objetos. Precisa saber onde está, escolher um caminho, comandar o movimento e reconhecer quando deve parar.
O jido.core reúne essas camadas em um sistema modular. É o software de autonomia desenvolvido e integrado no projeto de pesquisa JIDŌ CAB, com nós independentes e comunicação por mensagens.
Desenvolver, integrar e testar a navegação autônoma de um veículo em ambiente controlado — com acesso ao que acontece em cada etapa.
↗Seis frentes de trabalho que transformam dados do ambiente em ações e evidências para a pesquisa.
LiDAR para detectar obstáculos e representar o espaço. Câmeras com modelos de visão para reconhecer sinalização brasileira.
Fusão de IMU, GNSS RTK, SLAM e odometria para estimar posição, velocidade e orientação do veículo.
Recebe rotas, acompanha pontos de passagem e usa planejamento local VFH para reagir a obstáculos no trajeto.
O controlador Pure Pursuit calcula a direção. Nós de atuação levam os comandos até os sistemas de direção e propulsão.
Monitoramento de obstáculos, geofence, dados de sensores e incerteza de localização, com parada de emergência e rearme pelo operador.
Painel web para acompanhar o sistema e operar serviços. Logs e replay ajudam a investigar falhas e reproduzir cenários.
O Apache Kafka conecta os módulos por tópicos. Sensores, estimadores e controladores podem ser desenvolvidos e acompanhados separadamente.
LiDAR, câmeras, IMU, GNSS e odometria publicam suas leituras. Cada fonte alimenta os módulos que precisam daqueles dados.
C++ e Python sobre Linux, com computação embarcada NVIDIA Jetson. O jido.core é a camada de autonomia; o jidō.os é o projeto de sistema de base da família Jidō.
A navegação só faz sentido quando o sistema consegue identificar condições de risco e interromper o movimento.
Obstáculos próximos, limites de operação e qualidade dos dados entram na decisão de segurança.
O deadman interrompe o motor quando os comandos deixam de chegar ao controlador.
Rearme de emergência pelo operador, supervisão e parada física fazem parte dos testes.
O objetivo é entender e validar o sistema de ponta a ponta. Uma falha de campo vira investigação, correção e teste de regressão.
Verificar componentes e regressões.
Exercitar cenários antes do hardware.
Observar integração e estabilidade.
Confrontar o software com o real.
Medido em a partir dos logs de cada corrida, pela posição do veículo no simulador. Inclui todas as corridas: concluídas, interrompidas por parada de emergência e abortadas.
É volume de teste, não quilometragem aprovada.
O JIDŌ CAB é um protótipo de pesquisa, não um produto certificado. A operação acontece em ambiente controlado, sem passageiros, com supervisão e parada de emergência física. As capacidades têm diferentes estágios de validação.
Explore a arquitetura, acompanhe a evolução e converse sobre pesquisa e desenvolvimento em mobilidade autônoma.